O Turismólogo amapaense luta pelo reconhecimento da sua profissão.
No último dia 27 foi comemorado no Brasil o dia do turismólogo, mas pouco se ouviu a respeito em Macapá exeto eventos realizados pelas principais faculdades de turismo da cidade, porém este profissional é de uma grande importância para economia, pois ele trabalha diretamente no setor que no Brasil foi o que menos foi afetado pela crise mundial.
As estatísticas do Mtur, mostra que os resultados que estão sendo gerados em 2009, tanto no turismo receptivo quanto no emissivo, foram melhores que em anos anteriores.
O turismo é a grande saída para o desenvolvimento da economia local, é uma atividade aliada a proteção do meio ambiente e retorno do investimento é sentido por vários setores econômicos.
Veja o que o professor Rubens Caran, Mestre em Turismo, fala a respeito do setor:
"As previsões para o futuro, não poderiam ser mais auspiciosas, com Olimpíadas no Rio em 2016, Copa do Mundo em nosso país em 2014, não existe hoje no Brasil, atividade econômica mais rentável, a curto, médio e longo prazo, do que o TURISMO."
O Amapá é um grande diamante para o turismo, a ser lapidado por profissionais competente, e não conduzido por pessoas que acham no turismo oportunidades políticas para sua promoção pessoal e interesses particulares, demosntrando através do fruto do seu trabalho uma grande incapacidade e inabilidade para fazer o turismo local crescer ano após ano.
O mestre Caran acha que o desenvolvimento turítico depende diretamente da responsabilidade do governo estadual e seus orgãos deste setor.
"Já em nosso querido estado: “tudo esta como era antes”. As três últimas secretárias de Turismo conseguiram concretizar um fato inédito: elas “padronizaram” a incompetência na gestão Turística do estado. As duas primeiras, a atual deputada, e sua sucessora por ela indicada, conseguiram pulverizar em seis anos, uma dotação orçamentária várias vezes milionária, sem que o Turismo progredisse um milímetro, e o que é pior, sem construir uma única obra de infra-estrutura.
Com a atual secretária, o Super Secretário Alberto Góes, que até então, era o único Secretário do Governo que não acostumava errar, cometeu o maior erro da sua carreira: tirou a mais competente, criativa e empreendedora Diretora do SEBRAE, e a colocou para gerir uma atividade da qual ela, nada entende, e para piorar, esta sendo assessorada por gente que entende menos que ela ainda.
Nos últimos seis anos, compareci a todos os eventos ditos Turísticos no estado: como Expo feira, Equinócio, Festivais Internacionais, Gastronômicos etc.
E, em nenhum deles, consegui constatar a presença de Turistas de outros estados ou países. Nossos Acadêmicos de Turismo, ao findar cada evento, realizavam pesquisas junto ao parque hoteleiro, bares e restaurantes, para verificar se, nas datas dos eventos, a taxa de ocupação e o faturamento tinham crescido, para nossa decepção, as respostas eram sempre negativas.
Nos únicos eventos em que constatamos a presença de visitantes, não de outros estados, mas de outros municípios, foi: no Carnaguari, em Ferreira Gomes, na Festa do Abacaxi em Porto Grande e na Festa de Santiago no Mazagão.
Ninguém até agora, teve o bom senso de criar, um CALENDÁRIO DE EVENTOS decente, também não se criaram, em parceria com as Agências de Viagens, opções de TURISMO RECEPTIVO, e o mais importante: jamais se tentou ao menos, QUALIFICAR NOSSA MÃO DE OBRA, que é da pior qualidade possível."
Por conta desta situação, a classe dos turísmólogos encontra-se profundamente incomodada, sabedora que possui a capacitação adequada para trabalhar em prol do desenvolvimento do turismo local, através planejamentos, eventos, divulgação etc... estes profissionais precisam de espaço, oportunidade e apoio do Governo do Estado, portanto estarão realizando uma grande caminhada na orla de Macapá no próximo dia 03/10 às 16:00hs saída do Complexo do Araxá com chegada na Fortaleza de São José de Macapá.
O objetivo dessa caminhada será sensibilizar o Governo Estadual para que seja ofertado vagas para turismólogo em concursos públicos para as seguintes Secretarias de Estado: Turismo, Meio Ambiente, Cultura, Planejamento, Educação e outras que o turismólogo poderá somar para o desenvolvimento de políticas públicas.
Este evento demonstra uma mobilização inédita da classe que torce pela valorização da profissão e principalmente do desenvolvimento do turismo no Estado.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Pendenga da Construção do Aeroporto Internacioal de Macapá.
É lamentável a situação do Aeroporto de Macapá. Totalmente antiquado para atender a demanda da capital de um Estado que não possui estradas interestaduais e que depende demasiadamente do modal aéreo, pelo fato de estar cercado por água e o transporte fluvial até Belém é lento, cerca de 18hs de navio. No entanto, o fluxo mensal de passageiros que utilizam o aeroporto que gira em torno de 40.000 usuários e 800 aeronaves conforme site da infraero. A taxa de embarque cobrada para utilizar "o conforto" dos serviços da Infraero aos clientes das companhias é de R$15,42 por passageiro adulto. Fora a receita gerada pela utilização das companhias aéreas, táxi aéreo, aeronaves privadas e as lojas do terminal. Durante o período de férias nota-se que o a infra-estrutura do aeroporto Internacional de Macapá - ALBERTO ALCOLUMBRE- já está obsoleta, aeronaves pousam lotadas, quase que simultaneamente e na sala de desembarque só há uma esteira de rolagem de bagagem e que deve ser utilizada por uma empresa por vez, para não misturar os volumes, facilitando uma eventual troca de bagagem, o que ocasiona uma espera acima de 30 min que é quase o tempo de vôo de Belém/Macapá que tem 45min de duração. A conclusão da obra do novo terminal estava prevista para o final de 2006 conforme o próprio site da Infraero num discurso do presidente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária: Pois bem, estamos aqui neste momento assinando a ordem de serviço para a construção do novo Aeroporto Internacional de Macapá. Uma obra que representa um total de investimentos superiores a R$ 113 milhões e que vai gerar mais de 2.400 empregos diretos e indiretos. E que eu tenho certeza, será construída em 30 meses, ou seja, o novo aeroporto estará pronto no final de 2006.Meu caro senador José Sarney, o novo terminal terá capacidade para atender até 700 mil passageiros por ano. http://www.infraero.gov.br/impr_arti_prev.php?ai=61&menuid=impr
Infelizmente não foi isto que aconteceu pois, já em uma fase em que as obras avançavam, veio a chamada “Operação Navalha”, da Polícia Federal, deflagrada em abril de 2007 para apurar distorções na licitação. Mais tarde, o Tribunal de Contas da União detectaria sobrepreço da ordem de R$ 17 milhões, no volume de recursos de R$ 112,8 milhões previstos para o conjunto dos serviços. Resultado, a obra paralisou. Porque a empresa Gautama responsável pela construção em consócio com a Better, estava envolvida na operação citada e foi impedida de receber qualquer recurso federal. Em contra partida a Better não deu prosseguimento a obra. Mas, apesar de todos os contratempos, foi lançado pela infraero o edital de contratação da cobertura do novo terminal de passageiros, com o prazo de conclusão previsto para dezembro deste ano conforme anunciado pelo presidente da Infraero Cleonilson Nicácio Silva na oportunidade em que se reuniu com o Governador Waldez Góes. Enquanto nada fica pronto, o atual terminal, passará por uma reforma e ampliação, vamos fazer uma comparação com a operação 'tapa buraco', como uma ação totalmente emergencial. “Garantiremos mais conforto aos passageiros até a conclusão da obra”, assegurou o diretor de Operações da Infraero, Márcio Jordão. Porém a conclusão do restante do aeroporto está prevista para dezembro de 2011, já que o edital de licitação será publicado em julho de 2010.“Cumpriremos, conforme planejado, o cronograma de retomada das obras, garantindo para dezembro de 2011 a conclusão do novo Aeroporto Internacional de Macapá” afirmou o diretor de engenharia Paulo Pinto. Inevitavelmente há um sentimento de desconfiança pela sociedade amapaense, mesmo que agora já se perceba uma boa vontade e um novo ânimo para a retomada da empreitada, mas isso é resultado de uma série de adiamentos, paralisações e corrupção. A sociedade anseia pela inauguração da obra. O turismo necessita de uma boa infra-estrutura e o aeroporto de uma capital serve de cartão de visita onde pode causar ao visitante uma boa ou má impressão de imediato. Só o que nos resta é esperar que o novo cronograma seja cumprido conforme o prazo pré-estabelecido. Um bom aeroporto trará conforto, segurança aos usuários bem como a comunidade aeroportuária. Pena é que a necessidade desta construção tome uma conotação mais política que técnica.
Infelizmente não foi isto que aconteceu pois, já em uma fase em que as obras avançavam, veio a chamada “Operação Navalha”, da Polícia Federal, deflagrada em abril de 2007 para apurar distorções na licitação. Mais tarde, o Tribunal de Contas da União detectaria sobrepreço da ordem de R$ 17 milhões, no volume de recursos de R$ 112,8 milhões previstos para o conjunto dos serviços. Resultado, a obra paralisou. Porque a empresa Gautama responsável pela construção em consócio com a Better, estava envolvida na operação citada e foi impedida de receber qualquer recurso federal. Em contra partida a Better não deu prosseguimento a obra. Mas, apesar de todos os contratempos, foi lançado pela infraero o edital de contratação da cobertura do novo terminal de passageiros, com o prazo de conclusão previsto para dezembro deste ano conforme anunciado pelo presidente da Infraero Cleonilson Nicácio Silva na oportunidade em que se reuniu com o Governador Waldez Góes. Enquanto nada fica pronto, o atual terminal, passará por uma reforma e ampliação, vamos fazer uma comparação com a operação 'tapa buraco', como uma ação totalmente emergencial. “Garantiremos mais conforto aos passageiros até a conclusão da obra”, assegurou o diretor de Operações da Infraero, Márcio Jordão. Porém a conclusão do restante do aeroporto está prevista para dezembro de 2011, já que o edital de licitação será publicado em julho de 2010.“Cumpriremos, conforme planejado, o cronograma de retomada das obras, garantindo para dezembro de 2011 a conclusão do novo Aeroporto Internacional de Macapá” afirmou o diretor de engenharia Paulo Pinto. Inevitavelmente há um sentimento de desconfiança pela sociedade amapaense, mesmo que agora já se perceba uma boa vontade e um novo ânimo para a retomada da empreitada, mas isso é resultado de uma série de adiamentos, paralisações e corrupção. A sociedade anseia pela inauguração da obra. O turismo necessita de uma boa infra-estrutura e o aeroporto de uma capital serve de cartão de visita onde pode causar ao visitante uma boa ou má impressão de imediato. Só o que nos resta é esperar que o novo cronograma seja cumprido conforme o prazo pré-estabelecido. Um bom aeroporto trará conforto, segurança aos usuários bem como a comunidade aeroportuária. Pena é que a necessidade desta construção tome uma conotação mais política que técnica.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Festa do Sol - Macapá Verão

Até o dia 02 de Agosta a Prefeitura da Macapá com o apoio do Governo do Estado do Amapá, realizarão várias programações de lazer, entreterimento e atração cultural. Trata-se da Festa do Sol que promoverá estas atividades nos balneários de Macapá como: Fazendinha, Araxá, Curiaú, Parque do Jandiá. Atividades esportivas serão realizadas durante os fins de semanas e shows aberto ao público serão os maiores atrativos.
Os balneários foram reformados e estão prontos para receber os banhistas. O esquema de seguraça foi reforçado com policiamento e Bombeiros Garda vidas.
Muita diversão e lazer pois é verão, férias é Festa do Sol.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Soja Tucujú?

O Amapá corre risco de se tornar um Estado produtor de soja.
A idéia do agronegócio no Amapá vem se fortalecendo, principalmente agora que as terras antes pertecentes a União, foram repassadas para o Estado.
Líderes políticos enxergam no Agronegócio uma oportunidade de desenvolvimento para a região, um avanço na economia local, visando a exportação da produção, que de fato traria sim, uma melhora imediata na infra-estrutura das localidades de produção, devido o melhoramento de rodovias para o escoamento da produção e criação de empregos no campo.
Porém, devemos compreender que todo este sonho de desenvolvimento se passa em terras do Amapá, em plena floresta Amazônica.
O Amapá precisa do cerrado; é uma característica nossa, embora seja considerado uma área que não há produtividade, trata-se de uma vegetação peculiar a nossa terra, onde a biodiversidade do Estado nos presenteia inclusive com espécies endêmicas. Não precisamos cometer o mesmo erro de outras regiões.
Por mais que políticos defendam a plantação de soja "somente" nos domínios florísticos de caracteristica de cerrado,que representa 6,9% das terras do Estad0 equivalente à 10.000km2 , não é tão fácil acreditar, pois qualquer empreendedor que lucra quer investir mais e ampliar os negócios, neste caso significaria avançar floresta adentro.
Problemas como dos Arrozeiros x Índios em Raposa Serra do Sol, Pecuaristas x Ambientalistas no Sul da Amazônia podiam ser evitadas. E agora é a hora de evitar uma série desses problemas, sem levantar afundo todas as questões Ambientais. Às vezes o interesse econônico esbarra em uma série de outras questões à serem debatidas. Qual a sua opinião? deixe seu comentário...
Vale a pena correr o risco em nome do desenvolvimento econômico?
A idéia do agronegócio no Amapá vem se fortalecendo, principalmente agora que as terras antes pertecentes a União, foram repassadas para o Estado.
Líderes políticos enxergam no Agronegócio uma oportunidade de desenvolvimento para a região, um avanço na economia local, visando a exportação da produção, que de fato traria sim, uma melhora imediata na infra-estrutura das localidades de produção, devido o melhoramento de rodovias para o escoamento da produção e criação de empregos no campo.
Porém, devemos compreender que todo este sonho de desenvolvimento se passa em terras do Amapá, em plena floresta Amazônica.
O Amapá precisa do cerrado; é uma característica nossa, embora seja considerado uma área que não há produtividade, trata-se de uma vegetação peculiar a nossa terra, onde a biodiversidade do Estado nos presenteia inclusive com espécies endêmicas. Não precisamos cometer o mesmo erro de outras regiões.
Por mais que políticos defendam a plantação de soja "somente" nos domínios florísticos de caracteristica de cerrado,que representa 6,9% das terras do Estad0 equivalente à 10.000km2 , não é tão fácil acreditar, pois qualquer empreendedor que lucra quer investir mais e ampliar os negócios, neste caso significaria avançar floresta adentro.
Problemas como dos Arrozeiros x Índios em Raposa Serra do Sol, Pecuaristas x Ambientalistas no Sul da Amazônia podiam ser evitadas. E agora é a hora de evitar uma série desses problemas, sem levantar afundo todas as questões Ambientais. Às vezes o interesse econônico esbarra em uma série de outras questões à serem debatidas. Qual a sua opinião? deixe seu comentário...
Vale a pena correr o risco em nome do desenvolvimento econômico?
quinta-feira, 25 de junho de 2009
O Amapá no Salão Nacional do Turismo

O Salão nacional do turismo é um evento anual onde reúnem-se profissionais do turismo para promover o setor do país. Funciona como uma vitrine do Brasil para exterior. Os estados aproveitam a oportunidades para a divulgação de seus pontos turísticos e mostram-se como uma opção de destino. E este ano será realizado no próximo dia 30 até 05 julho no Centro de Exposição do Anhembi em São Paulo.
O Amapá estará presente no evento através de uma comissão composta por empresários do trade turístico local, por servidores da secretaria de turismo do Estado SETUR e técnicos do SEBRAE-AP, todo o grupo terá a missão de divulgar novos roteiros do Amapá e participar da rodada de negócios junto com as maiores operadoras nacionais e internacionais, objetivando atrair turistas do mundo todo.
Os novos roteiro formatados que serão oferecido na capital paulista mostram os melhores atrativos de cinco municípios do Estado: Macapá, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho , Mazagão e Serra do Navio; estas cidades foram as escolhidas para compor o roteiro por obterem melhores condições de hospedagem e logística para visitações dos atrativos locais, propiciando um bom desenvolvimento de trabalho com os visitantes, segundo mostram os resultados de estudos realizados nos municípios durante reuniões do Forum Estadual do Turismo. Dois tipos de roteiros foram elaborados, em um o turista pode conhecer uma cidade por dia ou, a segunda opção, ele poderá conhecer três destinos em um só dia.
"Este ano, o Amapá vai buscar no Salão este turista que está cansado de roteiros que já conhece. Ele vem para o Amapá buscar o novo, a floresta, o verde e o ar puro. Nossas belezas da Amazônia sempre encantam, e com esses novos roteiros, essa visitação pode crescer e melhorar cada vez mais. Assim teremos mais emprego para quem mora na capital e no interior, além da melhoria na economia do setor. Novos empregos diretos e indiretos são criados, hotéis reformados, tudo está se desenvolvendo", ressaltou a secretária de turismo Ana Célia
Todos os esforços do setor, tanto da iniciativa privada como da estatal para divulgar e promover o Estado neste evento é válido,pois o turismo é uma atividade que envolve a comunidade de uma maneira tal que vai além das outras, seja no aspecto econômico, cultural ou social, principalmente no aspecto econômico, pois turismo tem a capacidade de distribuição da renda gerada e arrecadada pelo mercado, proporciona investimentos privados, o que gera renda ao governo que se beneficia através dos impostos e o trabalhador é beneficiado pela geração de emprego.
O turismo é um meio de enfrentar a crise econômica e o Amapá deve, de uma vez por todas, dar prioridade aos investimentos no setor, melhorado o transporte e a infra-estrutura dos municípios, incentivando cada vez mais a iniciativa privada e promovendo mais ações como esta voltado para atração de turistas.
O Amapá estará presente no evento através de uma comissão composta por empresários do trade turístico local, por servidores da secretaria de turismo do Estado SETUR e técnicos do SEBRAE-AP, todo o grupo terá a missão de divulgar novos roteiros do Amapá e participar da rodada de negócios junto com as maiores operadoras nacionais e internacionais, objetivando atrair turistas do mundo todo.
Os novos roteiro formatados que serão oferecido na capital paulista mostram os melhores atrativos de cinco municípios do Estado: Macapá, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho , Mazagão e Serra do Navio; estas cidades foram as escolhidas para compor o roteiro por obterem melhores condições de hospedagem e logística para visitações dos atrativos locais, propiciando um bom desenvolvimento de trabalho com os visitantes, segundo mostram os resultados de estudos realizados nos municípios durante reuniões do Forum Estadual do Turismo. Dois tipos de roteiros foram elaborados, em um o turista pode conhecer uma cidade por dia ou, a segunda opção, ele poderá conhecer três destinos em um só dia.
"Este ano, o Amapá vai buscar no Salão este turista que está cansado de roteiros que já conhece. Ele vem para o Amapá buscar o novo, a floresta, o verde e o ar puro. Nossas belezas da Amazônia sempre encantam, e com esses novos roteiros, essa visitação pode crescer e melhorar cada vez mais. Assim teremos mais emprego para quem mora na capital e no interior, além da melhoria na economia do setor. Novos empregos diretos e indiretos são criados, hotéis reformados, tudo está se desenvolvendo", ressaltou a secretária de turismo Ana Célia
Todos os esforços do setor, tanto da iniciativa privada como da estatal para divulgar e promover o Estado neste evento é válido,pois o turismo é uma atividade que envolve a comunidade de uma maneira tal que vai além das outras, seja no aspecto econômico, cultural ou social, principalmente no aspecto econômico, pois turismo tem a capacidade de distribuição da renda gerada e arrecadada pelo mercado, proporciona investimentos privados, o que gera renda ao governo que se beneficia através dos impostos e o trabalhador é beneficiado pela geração de emprego.
O turismo é um meio de enfrentar a crise econômica e o Amapá deve, de uma vez por todas, dar prioridade aos investimentos no setor, melhorado o transporte e a infra-estrutura dos municípios, incentivando cada vez mais a iniciativa privada e promovendo mais ações como esta voltado para atração de turistas.
sábado, 20 de junho de 2009
Arraiá no meio do Mundo

O Governo do Amapá em parceria com a Federação das EntidadesFolclóricas do Amapá realiza neste domingo, 21, a Maior Festa daAmazônia, o Arraiá no Meio do Mundo, que acontece no Parque de Exposição daFazendinha. O evento ocorrerá de 21a 28 de junho, no horário de 15 às 2h30. No primeirodia, da programação, haverá cortejo com bonecos gigantes perna de pau efanfarra.
E a Secretaria de Turismo do Estado realiza uma grande recepção aos turistas que desembarcam no Aeroporto de Macapá e na Rodoviária, a recepção aos visitantes é realizado ao som de forró, com muita alegria e muita divulgação do Arraiá.
Eventos como este fortalece a economia, criam uma opção para os turistas conhecerem o nosso parque de exposições e proporciona uma interação com a comunidade local em pleno evento cultural e folclorico.
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